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"O essencial é invisível para os olhos." Uma frase que eu gosto... dita por um personagem que eu amei, a Raposa, do livro O Pequeno Príncipe. |
November 28 Aaah, o verão... Primeiramente: puxa vida. Eu sabia que fazia tempo que eu não postava no blog, mas não sabia que faziam 6 meses. Hora de tirar a poeira disso aqui (ou pelo menos, tentar). Apesar de ainda estarmos na primavera, o clima já é de verão. Dias ridiculamente quentes, em que se pode contar todas as nuvens do céu nos dedos de uma única mão. E é nessa época que surgem todas as pragas possíveis: as baratas, os mosquitos, as moscas, as formigas, e as tias que convidam pra ir passar o verão naquela casa de praia que fica no fim do mundo (sim, de fato tenho uma tia dessas que tem uma casa de praia no fim do mundo - este fim do mundo chama-se Imara, alguém conhece alguém que já ouviu falar nessa lenda?) Dentre as pragas citadas, as que mais me incomodam são as baratas. Como eu geralmente fico acordada até tarde, e a maioria das luzes da casa estão apagadas, as baratas saem correndo pela casa achando que são donas do pedaço. Eventualmente me encontro com uma (e tomo um cagaço quando isso acontece), e geralmente, são das grandes, daquelas que passaram o inverno todo escondidas dentro de algum armário velho e só saíram quando começou a esquentar. É horrível. Nessas horas, respiro fundo, pego o Raid Ação Total e vou à luta. Ontem mesmo tive uma batalha épica contra uma cascuda, que me tomou certo tempo... Os mosquitos, por sua vez, tem outro papel: o de enxer o saco. É terrível dormir com eles, pois eles ficam a noite toda no teu ouvido tocando aquelas sinfonias desafinadas. É terrível ficar acordado com eles, porque aí eles fazem a festa nos teus braços e pernas. As moscas só incomodam na hora de fazer alguma refeição mesmo, quando elas ficam tentando pousar na comida, porque em outras ocasiões é: elas lá, eu aqui. As formigas não fedem nem cheiram. Saem de todos os buracos possíveis e moram também dentro do interfone e do telefone aqui de casa, o que pode gerar sensações desagradáveis na orelha ao atender uma ligação. Na falta de um parágrafo conclusivo decente para este texto, encerro-o aqui mesmo, sem mais nem menos. Ainda não consigo entender como alguém pode dizer "aah, o verão..." ante a uma estação caracterizada por calorões insuportáveis e invasões de insetos domésticos. May 15 Entrando na brincadeira [3]A Tina http://ruivanafogueira.spaces.live.com/ me convidou para participar do joguinho o/
As regras: 1° - A pessoa selecionada deve fazer uma lista com 8 coisas que gostaria de fazer antes de morrer. 2° - É necessário que se faça uma postagem relacionando estas 8 coisas, não importando o que seja, é necessário que a pessoa explique as regras do jogo. 3° - Ao finalizar devemos convidar 8 parceiros de blogs amigos. 4° - Deixar um comentário no blog de quem nos convidou e nos nossos convidados, para que saibam da intimação. Coisas que eu quero fazer antes dos meus PVs chegarem a -10 ;} 1. Aprender a falar e escrever em Japonês *-* 2. Viajar pro Japão (e, por que não, morar lá, quem sabe...) 3. Criar, desenhar e talvez publicar um mangá ^^ 4. Aprender a andar de bicicleta =X 5. Falar 5 idiomas diferentes (só faltam 3, é pouco hausuahsuahsash) 6. Ter um PlayStation 2 (ou 3 =O), um XBox 360, um Nintendo Wii, um Nintendo DS, um PSP, e um computador decente. E ter tempo pra jogar em todos eles XDD 7. Aprender a tocar vários instrumentos musicais. Quem sabe bateria, guitarra, piano, teclado... 8. Ensinar alguém a falar Inglês, sem a necessidade de ter me formado em Letras - Português/Inglês. Só pelo fato de que eu amo escrever em Inglês..e porque gosto de ensinar coisas às pessoas. Mesmo que eu não saiba muitas coisas... :~ March 29 Escravos da eletricidade Pra começar o blog, resolvi escrever sobre uma coisa que é extremamente importante para nós no dia a dia, mas que às vezes até nos esquecemos da importância dessa 'coisa': a eletricidade. Ontem, quando cheguei em casa, após uma chuvarada, percebi que a quadra onde moro estava completamente escura. Subi as escadarias até o meu andar e cheguei em casa louca pra ficar na internet durante a noite. Achei que a eletricidade fosse voltar logo... mas isso não aconteceu. E foi justamente ontem que percebi como faz falta ter uma lâmpada acesa em casa. Como eu não podia ficar no computador, pensei em desenhar ou ler um livro. Mas como, à luz de velas? Talvez parecesse romântico para alguém, mas pra mim parecia uma tarefa irritante. Percebi que não consigo pensar em nada pra fazer sem luz, porque fiquei sentada tempo demais no sofá, justamente tentando pensar em algo. Mas não cheguei à conclusão alguma. Bom, o computador seria um 'supérfluo' nas nossas vidas se ninguém tivesse descoberto a eletricidade. Porque se não tivessem descoberto a eletricidade, não teriam também descoberto muitos dos aparelhos que temos hoje, e se não tivéssemos conhecimento de que esses equipamentos poderiam existir, nós não precisaríamos deles. Confuso? Sim, ficou confuso mesmo. Mas por exemplo, se não houvesse máquina de lavar roupas, continuaríamos lavando roupas em tanques, pois não pensaríamos na possibilidade de alguém lavar roupas numa máquina que faz todo o serviço braçal para você. Resumindo... a culpa de nós sermos dependentes da eletricidade é do cara que descobriu ela... mas agradeço à ele por tê-la descoberto, caso contrário, eu praticamente não teria como me comunicar com algumas pessoas. Outro agradecimento especial aqui vai ao Graham Bell, o inventor do telefone. E ao fato da linha telefônica ser independente da rede elétrica. Porque se não fosse o Graham... eu teria enlouquecido sozinha no escuro. |
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